Senge-DF

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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Profissionais liberais e a Rio+20

A Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados - CNTU - promoverá na próxima sexta-feira, 18/05/2012, o Seminário "A CNTU na Rio+20 e na Cúpula dos Povos". A envolvimento institucional dos profissionais liberais é de grande importância nas discussões que nortearão o futuro do planeta nos próximos anos. Veja abaixo a programação completa do evento. Você poderá estar presente ou assisti-lo em tempo real pela internet.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Manejo Ecológico de Bacias Hidrográficas


Recentemente publicado pela Universidade Federal de Campina Grande – UFCG – o livro Manejo ecológico integrado de bacias hidrográficas do semiárido brasileiro é um manual de como lidar com a água numa região em que esse recurso natural é escasso. Os autores da obra Ana Paula Trindade Rocha, Bruno Soares de Abreu, Dermeval Araújo Furtado, José Geraldo de V. Baracuhy e Silvana Fernandes Neto merecem os aplausos do mundo acadêmico e profissional e principalmente da população do semiárido que irá se beneficiar dos conhecimentos expostos.
Mais uma vez, a UFCG deixa transparecer sua integração com a região em que está inserida, mostrando que ciência e tecnologia devem caminhar juntas nas universidades para servir ao povo que as mantêm.
O livro patrocinado pelo CNPq não é vendido e pode ser solicitado à UFCG, ou a este blog, em versão digital, utilizando um comentário nesta matéria, citando o endereço do e-mail para onde deve ser remetido.

Abaixo segue o texto de apresentação da obra pelo Reitor da UFCG


Apresentação


A universidade pública, no cumprimento de sua responsabilidade so-cial, pode aproveitar todos os campos de atuação para investir em atividades que proporcionem mudanças sociais, econômicas, políticas e culturais posi-tivas na realidade em que está inserida. O livro Manejo ecológico integrado de bacias hidrográficas no semiárido brasileiro é exemplo de como a uni-versidade pode promover ações que apontem soluções para os problemas existentes no semiárido nordestino.
Com uma linguagem clara e objetiva, que atende tanto a estudiosos e pesquisadores como a um público menos especializado, o livro apresenta subsídio para a intervenção no meio urbano e rural, sociabilizando conheci-mentos e tecnologias relacionadas ao manejo ecológico integrado de bacias hidrográficas na região do semiárido brasileiro.
Configurando-se como verdadeiro manual de orientação, Manejo ecológico integrado de bacias hidrográficas no semiárido brasileiro é um texto que poderá ser utilizado tanto por governantes como por organizações não governamentais, bem como por empresas interessadas na crescente crise ambiental em que está inserido o cotidiano nordestino.
A escassez hídrica do semiárido, somada às demais dificuldades de convivência do homem com as particularidades desta região, exige a busca por conhecimentos e técnicas de captação de água e conservação de solos, pois, como é sabido, os baixos índices de precipitação pluviométrica, associ-ada às irregularidades na distribuição das chuvas, é responsável pela inviabi-lidade de desenvolvimento de diversas culturas na localidade.
O conteúdo deste livro, que detém características interdisciplinares, tem como objetivo principal oferecer informações capazes de difundir uma compreensão global das questões sociais, econômicas e ambientais que re-gem a população do semiárido brasileiro, quebrando a visão turva que se tem sobre esta região, para possibilitar uma melhor percepção de seus recursos e particularidades e facilitar a convivência da população do semiárido com as adversidades climáticas.
Thompson Fernandes Mariz
Reitor da UFCG




O Jeito

Assista ao desenho animado. É uma brincadeira, é claro, mas talvez a sociedade esteja um pouco saturada da incrível velocidade das inovações que, se por um lado lhe trazem conforto, saúde e facilidades, por outro obrigam todos a um esforço constante de atualização. Ninguém neste século XXI pode viver num cantinho, num estado de conforto perene e a engenharia, ao dar utilidade ao que a ciência desvenda,  faz o mundo girar cada vez mais rápido.

video

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Seminário de Engenharia de Fundações Especiais e Geotecnia – Sefe7


Recebemos do engenheiro Jarbas Milititsky o e-mail abaixo:

"Caro Danilo
Dá uma olhada no programa do SEFE7 a ser realizado em São Paulo em junho (17 a 20).
Convidamos um especialista do FHWA (equivalente americano do DNIT), que falará sobre manutenção de fundações de pontes nos Estados Unidos
Creio que vale a pena ver o programa completo e divulgar o evento (organizado pela ABEF, ABMS e outras entidades, entre as quais o DFI americano).
Olha no site SEFE7 que aparece o programa completo
Abraço

Jarbas Milititsky"
O engenheiro Milititsky é presidente do Comitê Técnico do evento.


O Sefe7 é uma excelente oportunidade para atualizações e troca de ideias com especialistas das áreas anunciadas.
Destaco o item sobre manutenção de fundações de pontes. Os DERs e as empresas de consultoria devem estar atentos a essa questão, pois de 40 ou 50 anos para cá, o Brasil construiu a maior parte de sua malha rodoviária, e portanto um grande número de pontes. Como estão suas fundações?
Acesse o site do SEFE7, clicando aqui.


A 1ª Feira da Indústria de Fundações e Geotecnia ocorrerá conjuntamente com o Seminário.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Ainda sobre as pontes e viadutos do DF

Eng.Civil Danilo Sili Borges

Esta é a terceira matéria que postamos no Blog sobre o mesmo tema: a precariedade de algumas obras – pontes e viadutos do DF. A primeira, de autoria do engenheiro João Carlos Pimenta presidente do Clube de Engenharia de Brasília – São Concreto Armado e a Lei da Gravidade – foi originalmente publicada no Correio Braziliense, no dia 29 de março. Em tom jocoso, o autor com a responsabilidade que lhe cabe como líder classista e como técnico da área de execução de estruturas especiais alerta para a necessidade da monitoração e da manutenção de obras de concreto armado e de concreto protendido. O tom era de brincadeira, típico do autor do simpático livro Meu nome é João, mas o alerta era sério, preocupado e preocupante.

Poucos dias depois, em 23 de abril, a TV Globo no programa Bom Dia DF voltou ao tema entrevistando o professor João Bosco Ribeiro, aposentado da UnB, onde entre outras disciplinas ministrou, durante anos, a de Pontes. Visitando com a repórter diversas obras com graus diversos de comprometimento, o professor Bosco apontou problemas e sugeriu medidas para corrigi-los. As imagens e as explicações foram didáticas, só não entendeu quem não quis.

A regional de Brasília do Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva – Sinaenco – por meio do seu presidente Sérgio Castejón Garcia nos encaminhou um excelente e extenso trabalho, ricamente ilustrado, sobre a situação das pontes e viadutos da cidade, que abaixo reproduzimos.

Alguns colegas profissionais têm insistido em que as entidades da engenharia denunciem, a quem de direito, talvez ao Ministério Público, o risco a que está exposta a comunidade. Essa não é a finalidade deste Blog. O Crea-DF, ainda em 2011 entregou ao GDF relatório produzido pelo grupo de Trabalho da Patologia das Obras Públicas com suas preocupações. O  documento, foi entregue à autoridade competente em uma reunião plenária do Conselho Regional.

Esperamos não ter que lamentar algum acidente, mas se isso ocorrer que não nos venham dizer que os engenheiros da cidade deveriam ter avisado dos riscos. Nós avisamos e estamos repetindo o aviso.

A apresentação Prazo de Validade Vencido II, produzida em agosto de 2011, pelo Sinaenco, é mais um grito que deve ser escutado. Assistam.