Senge-DF

Visite o site do Sindicato de Engenheiros de Brasília www.sengedf.com.br

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Dia do Engenheiro, uma reflexão.

Fica autorizada a reprodução desta matéria, desde que citada a autoria e o endereço deste blog

Engenheiro Danilo Sili Borges
Décadas de lutas dos nossos colegas do final do século XIX e início do século XX, com muitos serviços prestados ao país, como por exemplo, o episódio da Água em seis dias, protagonizado pelo notável engenheiro Paulo de Frontin no início do ano de 1889, o mesmo ano da Proclamação da República. Ou a construção da Estrada de Ferro Paranaguá – Curitiba, concluída em 1885 e estendida em 1892 até Antonina.  Competência  e serviços ao país levaram ao reconhecimento da engenharia  e a  regulamentação profissional há exatos 80 anos.
Poderíamos trazer aqui infindável rol das realizações da engenharia brasileira: o sistema rodoviário nacional nascido no curtíssimo Governo Linhares, por sugestão do seu ministro de Obras Públicas, Maurício Joppert da Silva, que através da lei que levou seu nome (na realidade um decreto), criou as condições para que o Brasil se integrasse fisicamente; Barragens como Itaipu, Tucuruí e tantas outras; A construção de Brasília, que a coragem, a capacidade técnica e administrativa de Israel Pinheiro, de Joffre Mozart Parada, de Bernardo Sayão e de grandes equipes de colegas nossos, possibilitaram materializar os projetos arrojados dos nossos notáveis urbanistas e arquitetos, no tempo previsto;  As comunicações de qualidade, a energia que chega a cada casa, a cada indústria; A produção agrícola que nos atende e que gera divisas.
Poderiamos escolher o caminho da mágoa e da lamentação, lembrando que durante décadas recentes muito da expertise acumulada foi destruída por decisões governamentais erradas. Recentemente membro do governo assacou contra nós a culpa por atrasos de obras, mal conduzidas pela sua própria administração. Mas não vou seguir por esses caminhos, seja o do orgulhoso ufanismo, seja o da lamentação dolorida, ainda que justa.

Preferimos pedir aos colegas que reflitam sobre alguns temas, todos de muita simplicidade, que alinhavamos a seguir. Devemos:  

Tratar da engenharia como profissão única, evitando nos dispersarmos pelas nossas especialidades. Quando tivermos que declinar nossa profissão, sejamos engenheiros, e ponto final.

 Recusar sempre a deferência que nos fazem, tratando-nos por “doutor”. Fixemos a nossa inserção na sociedade como Engenheiros, e só.


 Evitar participar de situações antiéticas ou aéticas, pois isso acaba por se refletir no conceito da engenharia globalmente.

Sempre nos impormos pela nossa competência profissional. Para isso, o estudo permanente é fundamental.

Participar ativamente das nossas entidades representativas, exigindo que elas procedam sempre com conduta democrática.


Sempre que nos couber dirigir ou participar de reuniões, encontros ou outros eventos, exigir o cumprimento dos horários previamente marcados. A impontualidade nacional é vergonhosa.

Ter sempre presente, em todos os serviços profissionais, o sentido social e cultural do trabalho do engenheiro.

A reflexão sobre a profissão, a sociedade, a política, a economia e o mundo devem formar o arcabouço da nossa ação profissional e pessoal. 

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

2º Encontro Nacional da CNTU


A Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados promove seu segundo encontro nacional, nos dias 5 e 6 de dezembro, no auditório do Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo, Rua Genebra, 25 – Bela Vista – São Paulo – SP.

O tema do encontro é Desafios do sindicalismo de profissionais universitários no Brasil.

Compareça ou assista, ao vivo, o Encontro pelo site www.cntu.org.br